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quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

História de Portugal

Ao começar o séc. XVI, Portugal encontrava-se no apogeu da força e da glória. A europa olhava-nos com deslumbramento e inveja.

Depois de um século de trabalho metódico, persistente, regular e sabiamente articulado, arrojado mas sobretudo científico, os portugueses haviam conseguido atingir a finalidade que almejavam e o seu soberano podia ostentar o título de Rei de Portugal e Algarves daquém e dalém-mar em África, Senhor da Guiné e da Conquista, Navegação e Comércio da Etiópia, Arábia, Pérsia, da Índia e do Brasil.

A fama do nome luso, levada nas asas brancas das caravelas, chegava aos confins do globo...

Oitenta anos mais tarde, o pavilhão português, que tremulara vitorioso e quase omnipotente sobre dilatadíssimas regiões e mares sem fim, desaparecia da cena do mundo. Portugal caíra no cativeiro que só doze lustros decorridos se haveria de libertar.

É certo que o domínio estrangeiro veio mascarado sob a promessa de conservação da dualidade política, mas a história portuguesa ensina-nos que, para que essa fórmula fosse aceite como foi, era preciso que a antiga altivez nacional estivesse muito abatida e que Portugal não quisesse decididamente, ou não pudesse, dar outra solução ao problema dinástico.