terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Ribeira do Porto

During the first half of 19th century, Porto ha suffered several  situations of political instability such as the French Invasions and the Liberal Wars, which culminated with the Porto's Siege (1832 - 1833), leaving destructions signs all over the town.

Porto - Ribeira
Porto - Ribeira
During the siege, the liberal troops of D. Pedro were besieged by the realistic forces of D. Miguel, with a disproportion of more than 8.000 soldiers to 80.000 besiegers.

The heroic resistance of the liberal troops, as well as the one of Porto's population, has ended with a victory, despite the hard conditions and despair resulting from constant attacks, hunger and epidemics.
Therefore, Porto earned the title Invicta - unconquered city.

The second half of the century brought great dynamism to the city, consequently resulting in a population increase and a reorganisation of the urban structure.

To cross the Rio Douro, were successively built the Ponte das Barcas, a Ponte Suspensa, a Ponte Maria Pia (railway) and the Ponte Luis I.

A Ponte Suspensa was in operation for about 45 years. Today one can still see what is left of the pillars of this bridge, near the Ponte Luis I.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Medalhão da Fonte de S. Domingos (1849)

A fonte de São Domingos foi mandada construir pela Câmara Municipal do Porto no Largo de São Domingos, para substituir o chafariz que lá existia desde o século XVI e que em 1845 foi transferido para o Largo do Laranjal.


A fonte que ficou incrustada num prédio era imponente. Tinha duas bicas e recebia água dos mananciais de Paranhos e de Salgueiros que era misturada na Arca do Anjo. A água que jorrava que jorrava das bicas caía num tanque com capacidade para 6.500 litros.

No alto, a fonte ostentava este medalhão em granito, com as armas da cidade.

O medalhão encontra-se nos jardins de Nova Sintra (aguasdoporto.pt) desde 1922, data em que a fonte foi desmontada. 

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Chafariz da rua das Taipas

Construído inicialmente em 1772, pelos moradores do Postigo das Virtudes, foi substituído pelo atual nos fins do séc XVIII, com elementos neoclássicos.

Chafariz da rua das Taipas
Chafariz da rua das Taipas
Era alimentado pelo manancial de água de Paranhos, servido através da Arca do Anjo, por um aqueduto que abastecia a zona do Olival-Cordoaria.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Mercado do Bolhão antigo

Em junho de 1837, António José de Oliveira Basto, proprietário de terrenos situados a poente da futura praça, abre uma subscrição pública destinada à "coadjuvação" do importe necessário ao pagamento dos terrenos que era necessário adquirir, por desejar "que a Ill.ma Câmara Municipal leve a effeito o projecto de hua Praça entre a Rua Formoza, e a do Bolhão".

Mercado do Bolhão antigo
Mercado do Bolhão antigo

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Estação dos Caminhos de Ferro de Campanhã

Foi inaugurada a 4 de novembro de 1877, juntamente com a ponte D. Maria Pia e o projeto original é da autoria da Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses.

Estação dos Caminhos de Ferro de Campanhã
Estação dos Caminhos de Ferro de Campanhã

A sua abertura é determinante na industrialização não só da freguesia como de toda a região norte e o número elevado de passageiros e mercadorias que movimentava rapidamente a transformou num importante núcleo ferroviário.
Em 2004 viu a sua de de serviços aumentada com a inclusão na Rede do Metro do Porto.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Leonardo Coimbra 1883-1936

Leonardo Coimbra, filósofo e escritor, distinguiu-se na vida portuguesa como "filósofo da República". Frequentou a Universidade de Coimbra, a Escola Naval e a Escola Politécnica do Porto e formou-se em 1910 no curso superior de Letras em Lisboa, atingindo uma posição de destaque nos círculos estudantis "libertários", a que se ligou desde 1906.

Leonardo Coimbra
Leonardo Coimbra


Em 1907, juntamente com Jaime Cortesão e Álvaro Pinto, fundou a revista Nova Silva, a que se seguiram, sucessivamente, Os Amigos do ABC (1908), grupo de caráter pedagógico, e a revista A Águia (1910). Criou ainda a Universidade Popular, o movimento cultural denominado Renascença Portuguesa e a Faculdade de Letras do Porto, da qual se tornou professor e diretor até 1952.

A situação campestre no Porto no séc. XVI

O campo do Olival, a rua das Oliveiras, a rua do Moinho de Vento, a rua do Laranjal, a Praça e rua das Hortas, o montado dos Carvalhos do Monte, a quinta do Prado entre outros, lembram pelos seus nomes a situação campestre desses lugares noutras eras, alguns deles ainda no séc XVI.

O campo das Malvas, onde hoje se ergue a torre dos Clérigos, se, originariamente, foi destinado à cultura que o seu nome indica, passou a servir, neste século,  cemitério dos injustiçados.